Sábado, Junho 27, 2009
Sexta-feira, Junho 12, 2009
Chocolate! Baunilha! Miojo!
- Technicolor Kitchen é atualmente o meu blog de receitas favorito. Tem também uma versão em inglês. Testei essa trufa de caipirinha e nossa, achou que nunca mais vou parar de fazer. As minhas ficaram tão bonitas quanto. Ahn, tá bom, quase.
- Faça sua própria essência de baunilha. Não vejo a hora de testar, imagino que deve ser bem diferente da artificial. O site só não ensina como achar favas de baunilha no Brasil por um preço não extorsivo.
- "If you fail at cooking your own food, how do you manage to tie your own shoes, succeed on the job, and keep your family together? Even people who lived during the Stone Age knew how to wrap up a nice steak, but we “civilized” people can barely boil a pot of pre-packaged rice. It's pathetic. Didn't someone say we're living in the age of progress?"
- Pornografia (ou quase).
- Receitas do período elizabetano - meu favorito. Essas não sei se vou testar; receitas medievais não têm medidas, usam ou uma quantidade ridícula de tempero (era chique) ou quase nenhum, e são cheias de ingredientes estranhos (alguém servido de pudim de sangue de ganso?). Mas é interessante.
- The Official Ramen Homepage. Que não é oficial de verdade, mas tem, o que, duzentas, trezentas receitas diferentes de miojo? Por aí. Eu já mandei uma, está lá em algum canto.
- Sapatos uma ova. Eu gastaria uma fortuna fazendo compras é aqui.
- Por fim, algo útil de verdade. O Supercook te ajuda a decidir o jantar: você digita os ingredientes que tem na sua cozinha e ele te dá uma lista de receitas que você pode fazer com eles.
Quarta-feira, Maio 13, 2009
Meritocracia
Segunda-feira, Março 02, 2009
Sábado, Fevereiro 14, 2009
Sorry, Montag.
Domingo, Novembro 16, 2008
Escola de Atores Yellow Kid Weil
Sério, não tem como acreditar, a menos que a pessoa seja pega de surpresa e não tenha tempo para pensar. Lembro que uma vez me ligou uma mulher, com uma pronúncia esquisita, me chamando de mãe e chorando de uma maneira tão falsa que me deu até vergonha alheia da pobre mina de bandido. Sério, William Baldwin ficaria constrangido. Se ela fizesse isso na frente do meu antigo diretor, ia ouvir tanto que ficaria uma semana chorando na cama, em posição fetal, com a luz apagada.
O que me deu a idéia: porque não uma escola de teatro para criminosos? Começando no modo básico, noções elementares de interpretação, voz, corpo e caracterização. Aí depois cada bandido iria se aperfeiçoar conforme a especialidade. Assaltantes estudariam posturas intimidades e aprenderiam a como fingir com perfeição serem drogados/psicopatas, de modo a diminuiram a possibilidade de reação das vítimas. Batedores de carteira fariam muitas aulas de dança e caracterização, para que fiquem leves e ágeis e também para conseguirem se misturar numa multidão mais perfeitamente. Para sequestradores, estudos intensos de voz, que com certeza tornam qualquer negociação por telefone muito mais interessante (o povo do golpe do seqüestro também faria esse curso, com módulo especial de imitação de vozes). Estelionatários além de expressão vocal, caracterização e interpretação, fariam algum estudo de dramaturgia – bons golpes precisam de enredos coerentes e tentadores. Talvez eu crie algum curso especial de preparação para julgamentos e depoimentos, acho que faria sucesso.
Vou ficar rica. Sério, como nunca pensaram nisso antes?
Quinta-feira, Outubro 16, 2008
Madeleines my ass
- Sucrilhos com leite e açúcar. Muito açúcar, credo! Hoje me dá até aflição de lembrar o tanto de açúcar que eu colocava no meu sucrilhos, que já é um troço doce. E se o leite não estivesse gelado, eu tinha nojo (ainda tenho, aliás. Ceral com leite meio morno é repulsivo).
- Misto-quente de forno com nescau gelado batido no liquidificador. Era o lanche de sábado à noite na minha casa, quando eu era criança. Adoro.
- Ovo quente. Era o que eu e minhas irmãs comíamos de café-da-manhã no inverno, naqueles dias em que minha mãe obrigava a gente a colocar um gorro antes de sair para a escola.
- Picolé de limão. Era meu preferido, eu quase nunca queria outra coisa. E demorava um milhão de anos para tomar, porque eu tinha aflição de morder o sorvete, então ficava lambendo até terminar - claro nesse ponto pelo menos 20% do sorvete já estava cobrindo meus braços até os cotovelos.
- A farofa de alho que minha avó faz todo Natal. Quando meu avô era vivo, ela colocava ele de castigo na cozinha descascando alho para ela.
- Amendoim na casca. Eu ia ao parque da Água Branca aos domingos e meu pai sempre comprava. Ficávamos todos com a roupa cheia de casquinhas, e às vezes eu separava as casquinhas mais bonitas e levava comigo, não lembro mais para quê.
- Pitanga, goiaba e jaboticaba.
- Cenoura crua. Não, é sério mesmo. Juro. Eu pedia para alguém descascar a cenoura para mim e saía roendo ela pela casa, como se fosse o Pernalonga (que provavelmente era um dos motivos para eu gostar de fazer isso). Tive também a fase do tomate.
- Limonada com groselha.
Sábado, Setembro 13, 2008
Me acordem para o almoço
Toda vez que eu estou quietinha na sala da minha casa tentando tirar um cochilo, alguém (quase sempre a minha mãe, mas varia) me acorda para perguntar porque eu não levanto do sofá e vou dormir na minha cama. Normalmente eu resmungo e volto a dormir, mas agora eu vou explicar publicamente e de uma vez por todas, para que nunca mais ninguém seja acordado do seu cochilo para ouvir uma pergunta besta dessas.
Para começar, cochilo é cochilo, sono é sono. São coisas muito diferentes. Eu, que sou já mestre no assunto, nem mesmo preciso estar com sono ou muito cansada para deitar e cochilar: só precisa uma preguicinha e alguma coisa que justifique um pouco de cansaço (do tipo, levei minha cachorra para passear, fiz um bolo de fubá, tirei os papeizinhos velhos da bolsa, etc). Por isso mesmo, cama não serve, porque cama existe para dormir a sério. Para cochilos, o ideal são poltronas, redes, cadeiras de balanço, toalhas de piquenique, espreguiçadeiras, tapetes felpudos, almofadões, cadeiras ou esteiras de praia ou, claro, sofás. O máximo de seriedade que um cochilo permite é usar a cama de outra pessoa, porque senão o cochilo vira sesta, que também é outra categoria.
Tem outros detalhes importantes para um cochilo bem sucedido: por exemplo, não se cochila de pijama (exceto se for domingo e você estiver passando o dia todo de pijama, aí pode). A roupa ideal é aquela de ficar em casa mesmo, meio velhinha, mas de verdade quase qualquer uma serve. A única realmente proibida é roupa formal, porque de verdade, é impossível um cochilo decente de gravata ou colar e vestido. Quando isso acontece, é porque a pessoa só pegou no sono – e isso não é cochilo, cochilo tem que ser de propósito.
Ah, importante: acessórios para cochilo. TV ligada baixinho, revista, jornal ou livro na barriga, xicará de chá do lado deixada pela metade, esfriando, um gato ou cachorro dormindo do lado – no caso do gato, se for pequeno, pode ficar em cima da barriga, principalmente se estiver ronronando – e cobertor, se estiver frio o suficiente. Lareiras acesas também são recomendadas para cochilos charmosos.
A última regra e a mais importante é que um cochilo dura no máximo duas horas, de preferência menos. MAS (reparem nas maísculas enfatizando) ninguém pode acordar quem cochila, a pessoa tem que acordar sozinha ou talvez porque o gato se mexeu. Essa parte minha mãe não entende e insiste em continuar me acordando perguntando se eu já não dormi demais ou dizendo que eu vou estragar o sono da noite ou me mandando ir dormir na cama. Sinceramente? Eu acho que ela me acorda é para pegar o sofá para ela.
Pronto, postei. Agora vou dormir.
Terça-feira, Julho 08, 2008
Jogo Para Fashionistas Entediadas
Quarta-feira, Junho 18, 2008
When you dance with her, you've been danced with
Adeus e obrigada.
